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quinta-feira, 13 de junho de 2019

Valete - Colete Amarelo (Prod. Devakuo)


Primeira faixa do álbum "Em Movimento" que anteriormente se chamariam "Homo Líber" e "360 Graus" que não mais existirão. O título final é mesmo "Em Movimento" e segundo o próprio Valete ainda é só o começo...


Ficha Técnica:

Letra: Valete
Produção: Devakuo
Co-Produção: Tom Enzy
Pós Produção: SP Deville e Here's Johnny
Mix: Here's Johnny
Master: Chris Athens (Sterling Sounds)
Gravado por: X Acto (Estúdios Big Bit)
Vozes Adicionais: Papillon, Phoenix RDC e Dino D'Santiago
Voz Refrão: Loromance

Letra:

(Refrão)

Este é o nosso dialecto
Politicamente incorrecto
Quando o V começa a dar na cara
Não para (*2)

Eles querem saber quando é que a maquete sai para a net
Quando é que eu vou para a Estrada , quando é que é o Coliseu
Manos dizem que o mano Estraca é o novo Valete
Que se foda esse wero wero, o novo Valete sou eu

Rima inata, perversa como um homocrata
Até à data sou o único rapper homeopata
Vens armado em acrobata ficas sem omoplata
Segue a carta do cartel aqui é plomo o plata

Todos perguntam me o que é que  eu acho do Uzi Vert
Todos perguntam me o que é que eu acho do SippinPurp
Manos 'bora falar do nosso cenário encenado
´Bora falar dos mercenários no nosso senado

´Bora falar do mecenato de Raul soldado
Eu quero ser mais um soldado contra Bolsonaro
Vê me a levitar beef sabes que é de evitar
Não há que duvidar o Viris é uma divindade

Estudei Pio XI, o Papa Nazi
Depois da rima do Babalaze eu ganhei Paparazzis
Eu sonho em ser timoneiro sonhas com um Mazeratti
Sou pioneiro mas rafeiro como um Materazzi

Redes sociais, são o teu momento solene
Entravas em depressão se acabasse o instagram
A escola só nos difama por isso eu Makukulo
Que se foda Vasco da Gama ensinem Shaka zulu

Aqui não há rap de paka mano, aqui não há cadelas
Teu flow é barco à vela, o meu é arte,  é aquarela
Viris esburaca como Freeway na Rockafella
E é patriarca quando saca aquela acapela

Fico fodido quando penso no mano Rodrigo 
Que apanhou a dama dele na cama com o melhor amigo 
Cortou o gajo bem feito, 3 cortes no peito
Cobiçar a dama dum tropa e o máximo desrespeito 

Tu queres os holofotes
A gente resolve o problema como Victor Zolotov
A gente dissolve e como os rappers como estrogonofe
Já sabes que todas as estrofes são cocktail molotofs

Lembro quando a democracia ainda nos merecia
E quando diziam que a plutocracia era uma heresia
Hoje o diabo te amacia e se delicia
E já não temos poesia com la policia

Viris assola, degola, Viris não protocola 
Ainda escrevo com a mesma bitola de Francis Ford Coppola
Sou velha escola santola, como pager Motorola
Viola no saco mano, não contas pó´ totobola

Não beefo com a quantidade de manos que damas comem
Beefo com essas Damas que engravidam só para prender homens
Parabéns caçaste a presa com a tua esperteza
Cabra Um dia karma chegará podes ter a certeza

Onde o HipHop se mascara, Viris não para lá
As barras de energia rara como pó de guaraná
as barras são do Niagara e acabam no Paraná
Zukas dizem que a rima sara e dão me saravá

Lá na zona só se debate sobre a nova escola
Quem é o novo Maradona quem é o mano que move a bola
Quem é o novo Zidane, quem passará no exame
Dillaz, Hollyhood, Slow J , Prof ou G-Son

Isto é loucura como outrora lá no Bora Bora
Minha rima é tipo chora depois e chora agora
Mato inimigos com ataques aéreos fora de horas
Como americanos mataram afegãos em Tora Bora

(Refrão)

+info:

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Ordem Natural & Síntese - Dia de Caça


Ordem Natural é Gato Congelado e Lum, mais DJ Makö e Marcelo Munari que juntos lançaram à pouco mais de um ano seu primeiro trabalho com tiragens inclusive em k7 e vinil.


A música Dia de Caça à princípio era para o álbum Ordem de Despejo do Subsolo com Gato Congelado e Matéria Prima no instrumental de Lum, não sei por qual razão essa faixa ficou de fora do disco; Enfim alcançou a luz, porém com Neto do Síntese dividindo os versos com Gato Congelado no lugar de Matéria Prima e mais um complemento (quase refrão) na voz de Lum pra encerrar.



Ficha Técnica:

Letra: Gato Congelado, Neto e Lum
Música: Dia de Caça
Instrumental: Lum

Gravado, mixado e masterizado por Lum nos estúdios ANTI
Scratches por DJ Makö

Letra:

(Gato Congelado)

Enquanto a impunidade toma conta da cidade 
Eu venho me espremendo entre a realidade e o irreal
No bolso um real só em moedas 
Vários pra aplaudir minha queda
Um descuido na sua vida e logo caem de paraquedas
Não sabem o quanto eu ganho
Já sabem o quanto eu devo
Falam das pingas que bebo 
Sem ver os tombos que levo
As coisas que relevo são as coisas me elevam 
A serenidade que me apego meus olhos não negam
Me querem em uma bandeja de prata
E farão o que puder pra lucrar até com a minha carcaça 
Se o dia for de caça me garanto sem trapaça
Conheço a diferença de uma corda e uma gravata
E tem quem nasce de gravata e ainda se enforca 
Vive cuidando da vida alheia e não se toca
Não consegue mandar uma rima que choca
Estoca amigo cujo interesse é nas nota
Ninguém me nota
Nisso nisso mudo minha rota com poesias em série 
Enquanto o mundo as arrota só porque não as digere
Minha paciência se esgota 
Comigo o caldo engrossa
Porque não me adapto ao cardápio de rótulos que a maioria ingere

(Neto)

Só desacata o que difere,
Não me insere nesse nicho, irmão, irmã,
Por onde man feri man.
Tento manter minha mente sã, coluna ereta,
Frente a quem me lança a seta.
Em dias onde pássaros voam e a gente não...
Dou asas a imaginação ao divagar a solidez desse saber,
Que e só sentir, e só seguir… Extensão daqui…
Mesmo com o vendaval limpei o quintal e eis-me aqui.
Mais um na massa, em outro pleno dia de caça,
Caço a mim mesmo,
Traço os passos dessa busca,
Até quando a penumbra ofusca, e erro o alvo.
Com a sola no piche eu sigo,
Eu comigo, minha mente e o melhor abrigo.
Vejo os que se vão, percebo,
A passagem é breve.
Meu caminho leva a verve.
Quem te escreve - Gestério.
Me apresento, parte do mistério,
Prazer, só me de a comida e me deixe crescer.
E sigo a saga da utopia do sonho que não é consumo,
Na verdade acho o conforto pro corpo torto que aprumo.
Tudo muda e ninguém nota,
Faz sua cota na corrida que faz esquecer da rota.
Me diz, qual seu rumo em Babylon?
Onde se cava a própria cova,
Quando um sente o quanto pesa o senso se põe a prova.
Assim que é…
O chão brota abaixo do pé, amigo...
Dei ouvidos ao silêncio e o vento fez todo o sentido.
Sopra…

 (Lum) 

Eu sou você, você sou eu
Toda fragilidade que enxerga em mim
Está contida em você 
Nessa cê se fudeu
Mesmo canhoto, servimos aos mesmo Deus
Tão e nobres e plebeus não mudam em nada
Se o coração é duro e corta como a espada
A luz do breu é quem ilumina a caminhada
E todo chão de ilusão esvai…

-

ANTI | Matrero, 2015.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Mahal - "Real Amor" (Prod. Enecê)



LETRA: "Real Amor"
 
BH conexão RJ, 202, NC Beats, do Hop para o Hip, do Hip para o Hop, o choque social qual Alvin Toffler, Ayê...
 
(Verso 1)
 
Ter fócuo nos negócios
Foda-se os sócios
Mantendo no caos mórbido
Óbito sórdido
Opróbio, inglório
Mavórtico oratório mandatório
Meu bonde é notório
Imperial, ilustre, histórico, real
Original
Frutos da terra, sobreviventes da guerra
Sinta o swing da espada fazendo justiça récua
Minha estratégia no microfone é ésula
Cética, indelével
Técnica, excelsia e rével
Sinta o MC mais panorâmico que a torre Eiffel
Dinâmico qual Pentium
Epifânico como os Deuses
MC's se duelam no coliseu no jogo mortal
Cada palavra têm o gume do metal
A platéia quer ver sangria intelectual
Poesia que tráz avaria, crítica e fatal, letargia
Conflito crucial, contato total, perícia
Habilidade perscipencial, na guerra psíquica
Minha premissa de ataque é um cemitério cheio
Mahal especialista no vocal bombardeio.
 
(Refrão)
 
Eu sei da onde vim
Pra onde vou
Onde estive, onde estou
Mahal original, real amor
Sou tudo o que eu posso ser
Rap pra viver
E os beats do Enecê
Botam pra foder.
 
(Verso 2)
 
E continuo á devastar em cada linha
Com pesada artilharia
Dinastia universal, alta tecnologia
A guerra fria qual palma polar
Poesia miracular
Intuitiva sabedoria milenar
Trago rimas profundas qual genealogia
Amor único ao Papai Luiz Melodia
Sou como um samurai com honra desafia
Mantenho intacto, o legado da supremacia
Enquanto o vocal está compacto
Exponho o extrato do relato
Assassinato cognato é um fato
Executo limpo, rápido, sem deixar rastro/
O perito mercenário
Profeta que ministra, o herbolário, e vaticina no astrolábio
Soldado sábio, ágil, hábil, maleável
Com elemento de surpresa implacável
Marvel, razoável, inexpugnável
Mahal é o gênio do milênio
Renegado incontrolável
Coração bravo
Luto pelo que acredito
Mantenho os sonhos fluindo
Analiso, premedito, depois ajo
Conciso, preciso, discreto e prático
Simples, objetivo e claro
Faro-fino, gentil, genuíno
Mas testar no desafio
Fico hostil
Ponho seu corpo frio, com o assassínio lírico vil.

(Refrão)
 
Eu sei da onde vim
Pra onde vou
Onde estive, onde estou
Mahal original, real amor
Sou tudo o que eu posso ser
Rap pra viver
E os beats do Enecê
Botam pra foder.
 
 
 
 
Ficha Técnica:
 

Música: Real Amor
Produzido por Enecê
Ano: 2006

Gravado no estúdio 202
Arte gráfica por Grifo Produções

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cazêro Rep - Aços do Ofício (Part. Indigesto) (Prod. Goribeatzz)


Cazêro Rap é um duo formado por Sedex e Garcez, exímios arquitetos das palavras, aliando à esta arquitetura o Boombox em forma de gente Adu BeatBox e pra somar com esse time ninguém melhor que Indigesto, gravado, mixado e masterizado no Studio Setor, depois disso o resto é só ideia "flowindo" lindo, sente aí...




Letra: Aços do Ofício

É arduo, é trampo,
É trampo arduo, pra caralho!
É trampo, é arduo
É arduo o trampo, pra caralho!(2x)

Sedex

(Verso 1)

Ouvir dizer que sou marrento é fácil
difícil é entender o conceito de marra que lhe é passado
Visando cada track como um trampo isolado, de um todo
por tudo isso concluo que meu semblante é de um rapaz cansado
Enquanto tentam usar-me de muleta
trabalho pra fazer das pedras raras jóias, criar atmosferas
e quando digo que a questão é extra
tento ir além de 'punch lines', ditas 'pedradas' na real são 'pérolas'

Expansão levando em consideração o termo 'overall'
conquistando e desprendendo do sentido territorial
Tal povo mongol, trabalhando entre o prazer e a dor
galgando de sol a sol até o mesmo se pôr
Meu clã se espelha nos Khan desde Gengis
corta pela frente espalhando os nossos genes
me sinto atrasado mesmo estando em plena gênesi
Haja vista que ainda trocam-se balas como cowboys do Tennessee

Alguns vendem à ti o que locam dos que vendem a si
mesmo que se dificulte a recusa, abuse da desconfiança que existe em ti,
e reside em ti! Cuidado com o que ingere e digere, irmão!
Foi posta a mesa ai ó, Bon Appétit!

Cautela pra que meu time avance, avante
de alguns passos pra trás tiro parâmetro, e um café pra dar um levante
Minha fome vai além de pausas pra lanche,
só quem conhece a frustração pode conhecer a palavra 'revanche'

Super produção vai além do meu ofício,
o fogo que faz mover vai além de um mero artifício!
Entre esse limites meço o peso dos sacrifícios
falo por mim já que Deus está por todos como foi dito à mim lá, bem lá no início

(Refrão)

São ossos do ofício, somos aços do ofício
faço o que faço sem relevar se é difícil! (3x)

Garcez

(Verso 2)

Desculpe-me não ser mais tão simpático
é que além de pensar no Rap, tenho que bolar um esquema tático
Meu ofício, vício, viajo sem visto
tal visto a camisa, assumo o compromisso
É difícil ser indepentedente e não depender de gente
difícil fazer arte e não ser taxado de inconsequente

Problemático! Emocionado!
Curriculo amassado debaixo do braço a procura de um serviço
Salário atrasado, tropeço em pedras
com meus pés cansados no fronte pra guerra
Só vêem os tombos que levo mas não as pingas que tomo
sigo trampando bem sério, a mata vou desbravando
Pacto feito entre caneta, papel e base
Bola na rede! Titular não acerta a trave, cê sabe

Suor escorre, minha pegadas se cravam eternas
feridas feitas na jornada, com cachaça cicatrizo elas
Por elas vivo, por elas sigo, por esse trilho
Sigilo!
Em cada passo pra que o olho gordo se faça escasso
Falam que é fácil, porém poucos fazem o que faço

Limpando a sujeira fétida como gari
subvertendo minha situação e assim em cada evoluir
São só os osso do ofícios, sou mais um de aço em serviço
fazendo mais do que falo, sem relevar se é difícil

Não somos 300, muito menos viemos de Sparta
Mas vivemos pelo o que cremos, assim a batalha se trava
Arquiteto, pedreiro, ajudante e patrão
dessa forma minha empresa trabalha caminhando na contra-mão
Diante disso te digo e afirmo
Nosso pilar é firme e é proibido dar vacilo, porra!

Indigesto

(Verso 3)

São ossos do ofício, somos ossos do ofício
faço o que faço sem relevar sacrifício! (3x)

A virtude é que aqui é tudo inquietude
e por acaso, sem prazo de validade
Me sinto eterno, deve ser coisa da idade
Arriso minha vida, arisco com a vaidade

Quero mais história, menos stereo
ao menos espero um pouco mais de memória
Na trajetória ser sincero
não ir pro cemitério de forma contraditória

Notória noção
explora a razão, vitória não é tão significatória
Não viver em vão
a vida é tão simplória e não simplificatória

Sem paradigma nem paradóxo,
que parada é essa?! Para e repara que é tudo nosso!
Até os ossos, destoamos destroços
e não pouparemos esforços!

+info:

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Sant - Carta aos meus iguais de alma (2014)


Sant - Carta aos meus iguais de alma (2014)

01. Carta aos meus iguais de alma (02:16)
02. Carta aos meus iguais de alma (Instrumental) (02:08)
03. Carta aos meus iguais de alma (Acappella) (02:05)

Instrumental: 
Mr Break

Produção: 
MC Marechal

Mix/Master: 
Luiz Café

DOWNLOAD


LETRA: Carta aos meus iguais de alma

(verso 1)

A luta é pela África!
Não pelas “mamas” que vendem nos clipes
Cerrem-se punhos, encerrem-se buscas só por mais clicks
E hits que agridem ouvidos
Mundo virtual… Onde virtudes não fazem sentido

Meus irmãos desistiram e se entregaram
Viram que não era fácil e se conformaram
Sorte a minha não pensar o mermo

Não vim pra ser herói, mas se for pra ser, só me dá a capa
Gueto precisa de representantes
Tó minha cara a tapa!

Cata a oportunidade, senão vem outro e te mata, saca?
Deslealdade em todo lugar do mapa
Atra-palha a evolução da espécie
Mas parece que o ser humano é o primata

Rata-ta-ta e boom!
Final do filme. Angústia firme
Que me faz sentir que essa geração já era
E define que esse plano tá perdido
So, please, Lord, kill me!

Pra que eu renasça mais forte
Haja sorte… Pra que o futuro traga-me meu Norte
Enquanto isso, vou pelo vale das sombras sem medo
Mas meu receio é de não ter mais suporte

Corte! Onde Zumbis vagam
Divagam entre corpos doentes, me indagam
“Será que eu sou diferente?”

Acho que não, Darwin tá certo: meio me poluiu
E ter isso tudo em mente é o fogo no pavio
Essa carta hoje é a de ontem, que o amanhã construiu

Frio! Igual o amor que ‘cê diz ter
Ahn… E aos valores que ‘cê pregava
Ahn… É, mas teve que abster

Ahn… E pense o que quiser aqui, Zé
Até porque tudo que eu fizer tu vai achar uma merda, né?
Mundo cão, homem cão, mas os cães são tão bons
Merda de comparação! Ahn… Eu e meus dons…

De achar tudo imperfeito
A Matrix me quer burro
“Blue pill for you”
Dando à ponta de faca, um murro

Sussurro, entre em meus ouvidos
Escrevi pra ter o registro
Elevação espiritual, nada disso eu administro

Conflito cerebral, num inferno astral
E meu lado racional tentando entender meu lado sinistro
Ahn… Irmão, não pense que ‘cê vai esquecer
Pois o que ‘cê viu, nunca mais será desvisto


Carta aos meus iguais de alma (Clipe)

+info:

#VVAR

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Indigesto - DISSculpe (Part. Nega Lucas) (Prod. Goribeatzz)


Com produção instrumental de Goribeatzz e participação especial de Nega Lucas, Indigesto chega chegando com mais esse single pesadão lançado pelo selo Café Crime, chorem...


Letra: DISSculpe

(Verso 1)

Indigesto

Eu, hein? eu nem sei se vai compensar
Se for pensar, falar de você nem tenho a perder
E bom saber e sem cessar, e  bom eu nem começar
Mas falando nisso , eu sei do seu vicio, dos seus artifícios
Falar mal dos outros e seu compromisso

Não seja omisso, sabe que se espalha tudo que tu fala,
Sempre da pala, eu não faço, sala comedia rala
Gangsta palha se atrapalha na própria bengala
Tu se escangalha, paleto de madeira e seu traje de gala

Gosto não se discute, se tu não curte, não me busque em facebook
Se tu quieres me insulte, mas putz , pro teu cuspe eu aperto o mute
Eu nem fico bolado ate seus aliados te deixam de lado
Tu diz que vem mandado, mas geral ta ligado que tu ta pixado

Desiste eu fiz que não vi , quis que tu não ficasse triste
Insiste, persiste, quem diz que tanta burrice existe
Vários mole no baile, tu não quer que eu fale os mínimos detalhes?
Meu bonde e mais style, goribeatzz, mestre xim e walli

(Refrão)

Nega Lucas:

Ele leva , ele traz, informação demais
Queimando o meu proceder
E de tudo ele faz pra tirar minha paz
Manda ele vir se envolver
Gira o relógio ao contrario
Tenta colar o calendário
E melhor tomar cuidado,
Pois seus dias tao contados

(Verso 2)

Indigesto

Quem em desacata cata meus problemas la na lapa
Quem diz que me acata mata meus dilemas , fraca faca
Fecha essa matraca, taca silver tape na caçapa
Sabe quem consagra a saga, nossa rua e sacra, saca

Na ambição um irmão perde a mão que por ele eu poria no fogo
A missão e em vão se tu não sabe quanto tu se fudia no jogo
Não se faça de bobo. tu não e mais garoto, respeita os outros
Ta se borrando todo, se tu lança seu lodo, depois eu te fodo

Não tem condição, tu  e sem noção, bom saber que tu vai se dar mal
Vacilou aqui vão te dar um bonde, sabe que e  papo de chaparral
Pela saco, língua de trapo, vou te dar o papo
Na boca do sapo costuro seu nome e tu vai pro saco

E me chama pro combate. de coração quero seu infarte
Me maltrate, me destrate, de decoração não faco parte
Quer destaque me ataque e aprecie minha arte
Cumpade

(Refrão)

Nega Lucas:

Ele leva , ele traz, informação demais
Queimando o meu proceder
E de tudo ele faz pra tirar minha paz
Manda ele vir se envolver
Gira o relógio ao contrario
Tenta colar o calendário
E melhor tomar cuidado,
Pois seus dias tao contados

+info: