Arquivo do blog

Mostrando postagens com marcador Pixadores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pixadores. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Pixador (São Paulo, 2000)


O documentário Pixador é uma aventura de criação onde diversos olhares se encontram e se misturam compondo um vídeo caleidoscópio que trata do fenômeno da pixação. 

Ao dar voz aos pixadores e mostrá-los em ação, o filme procura dar uma dimensão estética e ética para a expressão de uma juventude considerada suja, bárbara e indesejável pela mídia, descortinando o olhar que estes jovens lançam sobre a população. 


O documentário visa abrir um espaço para o diálogo, em busca do entendimento das relações que o pixador estabelece com o meio ambiente urbano, enquanto indivíduo/autor. Sua relevância está em se oferecer como espelho de seu tempo, onde a sociedade civil pode reconhecer através desta expressão juvenil os sintomas de suas contradições.

Ficha Técnica:

Fotografia: Christian Saghaard
Edição: Eduardo Kishimoto e Guiomar Ramos
Edição de som: Eduardo Kishimoto
Assistente de Direção: Gejo
Still: Carolina Andrade, Guiomar Ramos e Márcio Harum
Pesquisa: Guiomar Ramos
Consultoria: Rosa Goldgrub
Técnico de som: Márcio Yonamino 
Produção e direção: Guiomar Ramos

A Letra e o Muro (São Paulo, 2002)


Este documentário sobre as pichações em São Paulo procura desvendar o que normalmente é tido como mera sujeira ou vandalismo. 

Por trás dos rabiscos espalhados por toda a cidade existe uma imensa rede de sociabilidade envolvendo jovens de diferentes periferias. A pichação, além de um complexo mecanismo de comunicação, é também uma forma de expressar a revolta e indignação com a falta de perspectiva do jovem pobre.



Ficha Técnica: 

NTSC, cor, 33min, 2002
Pesquisa, roteiro, fotografia, edição e direção: 
Lucas Fretin

Imagens de São Paulo:
Andrea Barbosa

Assistência de câmera: 
Marcelo Pitombo

Realização: 
LISA - USP

Apoio: 
FAPESP

Destaques:
. Menção Honrosa no 6º Festival do filme Documentário e Etnográfico Forum doc. BH, dezembro de 2002 - Belo Horizonte, MG
. Prêmio categoria video-cinema no Projeto Nascente 2002 USP.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

PIXADORES (São Paulo, 2014)


Lançado oficialmente em novembro de 2014 o documentário PIXADORES do diretor Amir Arsames Escandari traz à tona um pouco da pixação para além do que tentamos compreender nos muros e prédios da cidade.


PIXADORES (2014) Trailer Oficial 

Este registro nos revela o dia-a-dia de quatro pixadores: Djan, William, Biscoito e Ricardo, passando por suas vidas e dramas pessoais, acompanhando-os numa incursão em Berlim até o momento exato em que rompem as barreiras que os diferenciam dos outros entrando em ação para deixar suas marcas pela cidade.

Basta um clique na capa para baixá-lo!

Ficha Técnica:

Direção: Amir Escandari
Duração: 93 minutos
Ano de Lançamento: 2014
País de Origem: Brasil
Idioma: Português

+info:

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Luz, Câmera, PICHAÇÃO (Rio de Janeiro, 2016)


Em SP conhecemos como PIXO no RJ eles chamam de Xarpi, são movimentos com o mesmo principio mas com características completamente diferentes, pra quem tem curiosidade em conhecer e saber sobre o que motiva o indivíduo à deixar sua marca vale conferir...


Independente de qual o seu posicionamento sobre este tipo de manifestação, se é arte ou não do seu ponto de vista, acho interessante os debates e questionamentos que isso desperta.


Direção: Gustavo Coelho, Marcelo Guerra e Bruno Caetano

domingo, 25 de maio de 2014

Ttsss... a grande arte da pixação em são paulo, brasil.


"Ttsss... a grande arte da pixação em são paulo, brasil".

Lançado pela Editora do Bispo, com fotos de João Wainer e Daniel Medeiros, o Boleta.

TTSSS... é o som, o barulho, a zoada do spray dos pichadores - ou pixadores - estes novos Gutenbergs que reinventaram a tipografia e as artes plásticas nas ruas de São Paulo, a metrópole visualmente mais caótica do planeta.

Neste livro, uma viagem pelos jardins suspensos de Babel. "Decifra-me ou te devoro", diz a cidade com os seus dentes gigantes e os mais banguelas dos labirintos.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

A Invasão · VHS (São Paulo, 1998)


Este é o precursor dos clássicos vídeos de GRAFFITI da cena nacional, lançado originalmente em meados de 1998 em VHS. A intenção desse vídeo ter sido postado é resgatar um pouco da história e documentação e ao alcance de todos, aproveitem...


Sobre:

O Vídeo Graffiti Magazine A Invasão é uma produção totalmente independente.

Esta série é destinada a relatar em todos os seus parâmetros a arte do GRAFFITI, feita por artistas anônimos que utilizam as ruas das grandes cidades para desenvolver e apresentar a sua arte, que por muitas vezes não são bem compreendidos pela maioria da sociedade.

Sendo o pioneiro deste gênero no BRASIL, a série A Invasão tem como meta abrir portas para que surjam novos meios de divulgação desta manifestação efêmera.

A Invasão (1998) Vídeo Graffiti Magazine

Ficha Técnica:

Título: 
A Invasão

Direção e Produção:
Alex Hornest e Mark Borsk

Edição:
Alex Hornest e Ronaldo PJ

Artistas Selecionados:
. ILEGAL
. ONESTO
. TURMA DA LINHA
. ZENA
. RANHO
. VER
. OSGEMEOS

Formato:
40 MIN., COLOR, VHS (NTSC)

Ano:
1998

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PIXO (2009) de João Wainer e Roberto Oliveira


O impacto da pichação como fenômeno cultural na cidade de São Paulo e sua influência internacional como uma das principais correntes da Street Art. O filme participou da exposição Né dans la Rue (Nascido na Rua), da Fondation Cartier pour l'Art Contemporain, em Paris.


Um clique na capa e assista na íntegra ao documentário.

 O documentário mostra a realidade dos pichadores, acompanha algumas ações, os conflitos com a polícia e mostra um outro olhar sobre algumas intervenções já muito exploradas pela mídia. O filme não traz respostas, mas fornece argumentos para o debate: pichação é arte ou é crime?

Um filme de João Weiner e Roberto T. Oliveira

+info:
Twitter


sábado, 25 de abril de 2009

Bomb It (Graffiti Doc, 2007)


Com direção de Jon Reiss, "Bomb It" conta a história do graffiti contemporâneo, traçando um paralelo entre as raízes nas antigas pinturas rupestres, passando pela obra de Picasso até o se reinventar através da Cultura Hip-Hop da cidade de Nova York nos anos 1970 estendendo-se até os dias de hoje em forma de Tags, Bomb's, Wild Styles e a pixação que tem como raíz o Brasil.


Se ligaê..