Ciência Rimática é uma banda carioca de Rap experimental, formada por: Emerson Facão "The Bigknife", Fabrício White, Alexandre Tigrão "BigTiger" e DJ Mohamed, na mesma época em que foi concebido este trabalho clássico e tão único se comparado aos demais.
A Sinfonia que atrai Os Ratos para Órbita da Destruição nos traz instrumentais cheios de psicodelia e participações que dispensam comentários, além do clássico hino "A Grande Aliança" com participação de alguns dos pilares da fundação do Hip Hop Rio: Marcelo D2, Dom Negrone, Aori, Slow da BF, La Taj Mahal, Mistério e Damien Seth, boa viagem...
01 A Viagem (03:09)
02 Greenpeace (03:36)
03 O Dragão e O Tigre (04:35)
04 A Grande Aliança (Part. Hip-Hop Rio All Stars) (11:47)
Gustavo de Almeida Ribeiro, Mr. Niterói, A Lírica Bereta, Gustavo Black, são tantas as facetas que ele nos apresenta em cada nova composição e todas elas sintetizam a mesma persona: Black Alien.
Em plena forma e falando abertamente sobre sua recuperação.
Talvez quem já teve algum problema com dependência/adicção também sinta a empatia por cada verso presente em Abaixo de Zero: Hello Hell.
Este é um álbum feito como um tributo as canções dos programas de TV e desenhos animados americanos das manhãs de 1960 e 1970, inclusive alguns desses desenhos também fizeram enorme sucesso por aqui.
Este é um projeto produzido por Ralph Sall, com músicas de grandes expoentes do Rock alternativo.
01 Liz Phair e Material Issue - The Tra La La Song (One Banana, Two Banana) (03:14)
02 Sponge - Go Speed Racer Go (03:07)
03 Semisonic e Mary Lou Lord - Sugar Sugar (03:53)
04 Matthew Sweet - Scooby-Doo, Where Are You? (03:13)
05 Juliana Hatfield e Tanya Donelly - Josie and the Pussycats (02:53)
06 Collective Soul - The Bugaloos (03:19)
07 Butthole Surfers - Underdog (03:56)
08 Helmet - Gigantor (04:15)
09 Ramones - Spider-Man (02:07)
10 Reverend Horton Heat - Jonny Quest / Stop That Pigeon (03:10)
11 Frente! - Open Up Your Heart and Let the Sunshine In (03:31)
12 Violent Femmes - Eep Opp Ork Ah-Ah (Means I Love You) (03:22)
13 Dig - Fat Albert Theme (03:47)
14 Face to Face - I'm Popeye the Sailor Man (03:06)
15 Tripping Daisy - Friends / Sigmund and the Seamonsters (04:22)
16 Toadies - Goolie Get-Together (03:48)
17 Sublime - Hong Kong Phooey (03:47)
18 The Murmurs - H.R. Pufnstuf (03:20)
19 Wax - Happy, Happy, Joy, Joy (03:29)
Constam aqui 2 álbuns do trio Jazz Liberatorz + uma mixtape feita pelo DJ Damage, tudo no mesmo arquivo compactado, caso precise de senha para extrair as músicas vou estar deixando a senha nos comentários.
Porque boa música deve ser compartilhada e passada adiante pra que a ignorância não se torne uma regra nesse mundo onde a estupidez e a banalização estão se tornando comuns.
Disco 1:
Clin D’oeil (P-Vine Records, 2008)
01. Clin D’Oeil
02. Ease My Mind (feat. Fat Lip, Omni e Tre Hardson)
03. I Am Hip Hop (feat. Asheru)
04. When The Clock Ticks (feat. J.Sands)
05. Genius At Work (feat. Fat Lip e T Love)
06. Indonesia (feat. Tableek from Maspyke)
07. The Process (feat. Apani B Fly)
08. The Return (feat. Sadat X)
09. U Do (feat. Stacy Epps)
10. Cool Down (feat. Raashan Ahmad)
11. Take A Time (feat. Buckshot)
12. Vacation (feat. J-Live)
13. Speak The Language (feat. Lizz Fields)
14. Qidar (feat. Soul Clan)
Disco 2:
Fruit Of The Past (Kif Music, 2009)
01. Music In My Mind (Part 1)
02. Loop Prisioner
03. What’s Real (feat. Aloe Blacc)
04. Dark Keys (feat. M’Selem)
05. What’s Next On The Menu
06. Music Makes The World Go Round (20Syl Remix) (feat. Declaime)
07. Force Be With You (feat. T Love)
08. Diggin Sound
09. It Was Only A Song
10. Always Something
11. My Style Is Fly (feat. Fat Lip)
12. Capture Your Mind
13. A Paris
14. After Party (Jazz Liberatorz Remix) (feat. Wildchild)
15. That’s Right
16. Mountain Sunlight (feat. Mos Def)
17. Breathing Pleasure (feat. Rico)
18. Music In My Mind (Part 2)
19. That’s Reality
20. Black Avenue
21. Back Packers (feat. Fat Lip)
22. Slow Down
23. Force Be With You (Drum Brothers Remix) (feat. T Love)
24. My Style Is Fly (Dela Remix) (feat. Fat Lip)
25. Music Makes The World Go Round (feat. Declaime)
26. What’s Next (feat. T Love)
Disco 3:
Independent Addict
01. Independent Addict (Land Of Independence By DJ Damage)
O projeto Mauritsstadt está de volta. Lançado recentemente nas principais plataformas digitais, o álbum duplo é formado por 10 faixas, cada, que passeiam entre forrós, cocos e maracatus, concebido e produzido pelo Estúdio Muzak e Candeeiro Records, de Recife. No disco 1, podem ser ouvidas as músicas originais dos mestres populares de Pernambuco que as criaram. No disco 2, as mesmas obras são recriadas em reinterpretações de produtores musicais contemporâneos, não necessariamente pernambucanos.
O time de mestres presente em Mauritsstadt 2 é composto por Tavares da Gaita, Sagrama, Zé de Teté, Luiz Paixão, Orquestra Popular do Recife, Erasto Vasconcelos, João Paulo e Barachinha, Coco Raízes de Arcoverde, Maracatu Estrela Brilhante e Arlindo dos 8 Baixos.
Entre os produtores convidados para recriar as músicas originais, três participaram do primeiro Mauritsstadt: Pupillo, DJ Dolores (agora no projeto Stank) e Buguinha Dub. Completam o time Chico Correa, Hurtmold, Yuri Queiroga, Rica Amabis, Maquinado, Turbo Trio e Lucas Santanna.
01. Forró Arengueiro - Tavares da Gaita (01:43)
02. Rói-Couro - Sagrama (01:50)
03. As Obras da Natureza - Zé de Teté (04:09)
04. Forró de Cambará - Luiz Paixão (02:15)
05. Olha o Mateus! - Orquestra Popular do Recife & Ademir Araújo e Ademir Araújo (03:42)
06. Mauricéia - Erasto Vasconcelos (03:00)
07. Meio Ambiente - João Paulo & Barachinha e Barachinha (09:44)
Com direção musical e produção executiva assinadas por Pupillo e Marcelo Soares, Mauritsstadt 2 é patrocinado pelo Sistema de Incentivo à Cultura da Cidade do Recife, com apoio do Hospital Memorial São José.
O novo disco surge treze anos após o lançamento do álbum duplo Mauritsstadt Dub: alteradores de estado (Candeeiro Records e Fábrica Discos), dando continuidade à proposta de fazer uma ponte entre a música de raiz pernambucana e novas texturas da música atual.
Primeira gravação do grupo Camorra a que tive acesso foi a música Vírus, numa versão diferente da que foi pro álbum de estréia do grupo, esse som saiu numa coletânea da Revista Trip e de cara já despertou meu interesse pelo som dos caras..
Fruto de um ano de imersão em estúdio, este EP foi construído em meio a uma mudança para São Paulo. Os novos ares, distâncias e caminhos trouxeram inúmeras questões sociais e culturais que serviram de inspiração para as canções...
01 Intro
02 Quem Mais nos Ama (Prod. Dario, Madu e Nave)
03 Adora Funk (Prod. BP nos Beats)
04 Me Oferece o Mundo (Prod. BP nos Beats/Shaolin Drunk)
01. Goon Infantry (feat. Ill Bill, Nems, Sicknature, Nocturnal e DJ Illegal)
02. Deli Cut (feat. Crimeapple, Sean Strange, Flee Lord e DJ Tray)
03. 4 Stripes (feat. Jay Royale, Fel Sweetenberg, Illa Ghee e Ali Vegas)
04. The 90s Are Back Pt. 2 (feat. A.G., PMD, Smoothe Da Hustler, Mr Cheeks, Edo G, El Da Sensei, Drayz Of Das EFX, Outloud Of Blahzay Blahzay e Craig G)
05. It’s Jamo (feat. Jamo Gang (Ras Kass, J57 e El Gant)
06. Cold Facts (feat. Reef The Lost Cauze, Mooch e Skrewtape)
07. Real Like That (feat. Big Noyd, Estee Nack e DJ Robert Smith)
08. Rugged Never Smooth (feat. Apathy, Celph Titled, Dope DOD e DJ Cryp)
09. Where We Started From (feat. N.B.S.)
10. Golden Era (feat. Ill Conscious, Jay Nice e Fredro Starr)
11. Supa Goons (feat. Supa Kaiju) (Sicknature e Napoleon Da Legend)
12. Wardance (feat. Recognize Ali, Goretex e DJ TMB)
13. White Camouflage (feat. AnkhleJohn)
14. Dragon Blood (feat. Nine e Ruste Juxx)
15. Honesty & Hard Work (feat. Rigz e RJ Payne)
16. Exquisite (feat. K-Prez)
17. Bad Generals (feat. Eto, Ren Thomas e Diggieman)
18. The Struggle Box (feat. Shyheim, iNTell e Mr Erbie)
19. Murderer’s Move (feat. Rome Streetz, SickFlo e DJ Sixkay)
20. Criminal Thoughts (feat. Elcamino, Scott G, Madhattan e FastLife)
Onga Rupestre já é um velho conhecido de quem frequenta esse labirinto..
Em seu novo EP ele fez uma experimentação inteiramente composta de Trap's, confesso que tenho certa dificuldade em assimilar esse gênero/estilo musical, mas talvez por conhecer bem o trabalho do Onga tive mais facilidade em absorver as ideias e inclusive o ritmo, enfim, a música não é qualquer coisa nem feita pra quem tem preguiça.
DDM Jobs reflete a ausência de emprego, perspectivas e estrutura pra uma juventude tão cheia de fome, garra e determinação que talvez devido a ansiedade gerada pelo "Você tem que ter e ser bem sucedido" vem se perdendo cada vez mais cedo, alguns por medo e outros por excesso de coragem.
Ontem no show da Bahamadia revi muitos amigos e lá o Marcelo (Rap Life Radio) me pediu pra publicar esse álbum que fez a mente dos amigos por um bom tempo desde que foi lançado.
Meus parabéns ao Dow Raíz e Thestrow pela criação dessa obra, realmente são poucos trabalhos que chegam nesse nível, é isso..
01 Poço Adentro (01:36)
02 João de Barro (05:01)
03 ODB Se Contorce (03:19)
04 Porta Interna (Part. Edgar Pererê) (03:42)
05 Sobre Sobra (04:02)
06 Bem Vindo ao Fim da Fonte (02:54)
07 Enfim o Fim (01:08)
08 Miopia (02:56)
09 Nave Negreira (04:31)
10 Má-Audição (03:11)
11 Mancozo (03:37)
12 A Quem Possa Amar (04:29)
13 Dentro de Ti, o Reinicio (Part. Regina Vogue) (02:26)
Anão, inútiL, Feutomas e companhia ilimitada fazem a festa, provando e comprovando que No final tudo acaba em Rima!
Rap no melhor estilo que marcou a primeira década dos anos 2000 e trouxe uma mudança que até nos dias de hoje ainda reflete influências nessa nova geração, ouve aí..
Se você gosta de verdade de Rap nacional e desconhece Black Alien volte ao começo e se atualize, indiscutivelmente ele foi e ainda é uma das maiores referências de tudo o que vemos/ouvimos hoje bombando por aí em formato Ritmo e Poesia brasileira.
Me identifiquei bastante com essa música, e o clipe ao contrário da maioria "não está ostentando o que tem/não tem", ao invés disso Black Alien nos ensina baseado em sua própria experiência sobre o processo de reabilitação e como é possível se reerguer.
Lhes deixo aqui o vídeo clipe de "Que Nem o Meu Cachorro" já torcendo pelo lançamento de Abaixo de Zero: Hello Hell, o próximo álbum de Gustavo Black.
Ficha Técnica:
Letra por Black Alien
Produção musical por Papatinho
Gravado por Papatinho e Choppinho
Mix e Master por 2F UFlow
(LETRA)
QUE NEM O MEU CACHORRO
O cochilo da tarde é meu xodó do momento
Nem quica
A vida é tombo em pista de cimento
“Black Alien já vai tarde, já passou o seu momento”
Significa, que o cidadão não tem conhecimento
Da força, da fé, da febre, e da fibra
Nessas portas meto o pé, enquanto a galera vibra
Me preocupa é o celular que vibra ao lado do meu saco
O resto todo que dá câncer, eu já vou lançar no vácuo
Ingrato, não é o que tu fala que diz quem tu és
Come e cospe no prato, depois vêm dizer “Jah Bless”
Se custar a minha paz, já custou caro demais
Pela sacos aqui jaz
Black Alien aqui jazz
Criado no Ingá
Chapado demais pra um dia me vingar
Sim, Sensei, eu sem paciência pra debate
Zung Guzung Gu Zen pique flow marijuana e abacate
Rio de Janeiro, Niterói, favela, morro, tô que nem o meu cachorro no domínio do latim
Brooklin, Nova York, Soho, tô que nem cachorro, suando só no ‘fucim’
Só não vêm ‘facim’, se não qualquer um desenvolvia
É tempo de templo, só rato cinza na via
O que vêm ‘facim’ presta não se envolvia
Do sol da meia noite até o sol do meio dia.
(Refrão)
Cria do Ingá
Chapado demais pra um dia me vingar
Sim, Sensei, eu sem paciência pra debate
Zung Guzung Gu Zen pique flow marijuana e abacate
Rio de Janeiro, Niterói, favela, morro, tô que nem o meu cachorro no domínio do latim
Nem tão longe pra tu chegar aqui de mala
Nem de longe é tão perto, que pode vim de chinelo
Nem de longe eu virei monge, apenas parei de dá pála, vagabundo fala um monte, são pregos pro meu martelo
Bem vindo ao meu lar, cuidado pra não tropeçar, a mesa ainda tá aqui, porém mudei certezas de lugar
Num mundo que produz prodígios bizarros
Que produzem seus discos, dirigem os seus carros
Minha diversão de homem, alegria de menino, que produz o que consome, todos temos nossos hinos
Pronuncia o meu nome, sinônimo: genuíno
Bota a cara e testa a fome, meus felinos tem caninos
Sem disposição não fico, sem disposição fica no meio do caminho entre eu e eu rico
Ambos são ambição, e ninguém sabe quem são, e nós somos a canção que vêm da zona de conflito
Pois a zona de conflito é minha zona de conforto, e a estrada pro inferno se desce de ponto morto, então parou com a zona.
(Refrão)
Cria do Ingá
Chapado demais pra um dia me vingar
Sim, Sensei, eu sem paciência pra debate
Zung Guzung Gu Zen pique flow marijuana e abacate
Rio de Janeiro, Niterói, favela, morro, tô que nem o meu cachorro no domínio do latim
Não tem como funcionar, vai sempre dar ruim pra você
Bocas mexem “blá blá blá”, e eu só faço o que tem que fazer
Não tô nem aí, nem lá, tô bem aqui, além do que se vê
Se vêm baseado no passado, só há um resultado: cê vai se puder
MR-13 é um grupo formado em 2013 na cidade de São Bernardo do Campo por Rato, V.A.L.E. e Genézio (que deixou o grupo para trilhar seu caminho), hoje também integram o grupo Vibox e o DJ Murilex, este é o 2º álbum deles intitulado Nada Mais de Antes, trocadilho com o título do 1º trabalho deles que é Antes de Mais Nada.
E além de fazer rimas esses manos também são responsáveis pela fundação da Batalha da Matrix, uma das maiores e mais resistentes de SP, ouve aí...
Sou suspeito pra falar sobre esse cara, e ainda mais suspeito pra falar sobre esse trampo, pois o Fidell é uma das minhas influências; Então vou manter o texto que ele mesmo publicou sobre esse trampo.
Constam aqui fragmentos de ideias, letras pequenas, outras inacabadas, simples e diretas gravadas em casa, com poucos recursos e que por vários motivos mundanos não foram lançadas na época.
São letras escritas entre 2008/2015 e toda produção musical foi composta por batidas gringas (lo-fi's e boombap's de variados BPM's) usurpadas da internet com todo respeito, rs.
01. Tenso (01:20)
02. Sem Retrospectiva (02:00)
03. Os Sonhos Morrem Primeiro (01:28)
04. Ciclo Cítrico (02:50)
05. Lista (01:12)
06. Feto (01:21)
07. O Fantástico Mundo de Pobre/Pernas, pra que te quero? (01:45)
Idioma Desconhecido é uma investigação sobre o nosso inconsciente, e toda vulnerabilidade social que ele traz. O documentário conta com 15 entrevistados, entre eles os músicos Marcelo Yuka e Otto, o ator e humorista Gregório Duvivier, o artista plástico Eduardo Marinho, o escritor e quadrinista Lourenço Mutarelli, a psicóloga e hipnóloga Gilda Moura, e o psicanalista Pedro de Santi.
De Leve é prova viva em áudio e vídeo de que não há barreiras entre nova escola e velha escola.
E apesar de não ter uma visibilidade tão grande quanto diversos ídolos do Rap atual ele se mantém sempre chegando com alguma novidade e fazendo conexões também com grupos mais novos provando que esse negócio de hierarquia e divisão não estão com nada.
O que vale é o respeito e vida longa aos Atemporais!
Uma coisa que sempre digo: "Todas as homenagens devem ser feitas em vida."
Uma coisa que sempre ouço: "A gente só aprende a dar valor depois que perde."
E infelizmente foi essa a primeira notícia que recebi hoje ao chegar no trabalho, nos deixou um dos compositores que mais influenciou boa parte da minha geração, obrigado por todos os serviços prestados Marcelo Yuka.
Honestamente, sempre mexeram comigo as composições do Yuka, fazendo um breve passeio de volta ao passado consigo lembrar de algumas conversas sobre sua genialidade, desde as primeiras músicas dO Rappa que me alcançaram, até quando ele saiu da banda e retornou com o F.UR.T.O. e sempre foram todas muito impactantes pra mim.
Não sei se essa é a melhor forma de homenageá-lo, mas enfim, muito obrigado Yuka, vá em PAZ.
Sinopse:
Ao 34 anos, no auge da carreira, o compositor Marcelo Yuka leva nove tiros em uma tentativa de assalto no Rio de Janeiro. Vítima da violência urbana, ele vê sua vida mudar, o que aumenta seu ativismo e o alcance social de suas críticas.
Furto, também conhecida como F.UR.T.O (Frente URbana de Trabalhos Organizados), é uma banda brasileira criada por Marcelo Yuka, ex-baterista da banda O Rappa, que segue o mesmo estilo musical e ideologia que consagrou sua antiga banda. A primeira apresentação do F.UR.T.O. ocorreu na edição de 2004 do Tim Festival, em São Paulo e no ano seguinte veio as ruas Sangueaudiência.
01. Terrorismo Cultural (04:44)
02. Ego City (04:38)
03. Amém Calibre 12 (04:28)
04. Mental Combate (05:36)
05. Todos Debaixo do Mesmo Sombrero (part. Manu Chao) (05:21)
Pouco mais de um ano atrás esse álbum era lançado e eis que agora é parte do legado deixado por Marcelo Yuka, que a música lhes encontre quando estiverem perdidos para lhes fazer companhia no decorrer da caminhada.
Descrito como um álbum de "conceito cyberpunk que passeia por Copacabana ao estilo Blade Runner", suas oito faixas sutilmente interligadas narram a vida dos personagens decadentes que habitam uma versão futurista e tecnologicamente avançada da cidade do Rio de Janeiro. Embora tenha sido praticamente ignorado em seu lançamento em 1987, Fausto Fawcett e os Robôs Efêmeros agora é considerado um trabalho seminal da então cena brasileira de Rap, Rock, Hip-Hop, e conquistou um significado cult ao longo dos anos; também gerou singles de sucesso: "Juliette" e "Kátia Flávia, a Godiva do Irajá" - considerada uma das primeiras letras de Rap brasileiro de todos os tempos, é a composição mais conhecida de Fawcett.